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Quote da quinzena #7

Laurie Halse Anderson 10 de maio de 2014 Aline T.K.M. 4 comentários


Trechos de um livro que me surpreendeu...

Até agora, hoje sou 412 calorias. Vou queimar tudo e mais algumas centenas se encontrar forças para subir na máquina de step. Eu poderia comer metade de um cupcake (150), ou um quarto dele (75). Eu poderia raspar a cobertura e comer só a massa.

A gente ia para a praça de alimentação e ela pedia batata frita com queijo, nuggets de frango e uma salada. Eu tomava café preto e lambia adoçante artificial da palma da minha mão. Ela me pedia para ficar de olho na porta enquanto vomitava o almoço no banheiro sujo do shopping.

O que eu quero?
A resposta para essa pergunta não existe.

Garotas de Vidro, de Laurie Halse Anderson.


VÍDEO: Mortes literárias (que eu adoro!)

Alfaguara 30 de junho de 2013 Aline T.K.M. 4 comentários

Morte boa, só na literatura. Por que não curti-la, então?
No vídeo de hoje, falo sobre algumas mortes literárias que me empolgaram e que continuam em minha lembrança. Sem spoilers, não se preocupem.


REVIEWS RELACIONADOS:
Crônica de uma morte anunciada [Gabriel García Márquez]
1Q84 [Haruki Murakami]
Um Dia [David Nicholls]
O Homem Duplicado [José Saramago]
Garotas de Vidro [Laurie Halse Anderson]

E o post que inspirou este vídeo:
As melhores mortes literárias, no Blog da Companhia das Letras. Lembrando que pode ter spoilers para quem não leu os livros.


Resenha: Garotas de Vidro, de Laurie Halse Anderson

Laurie Halse Anderson 10 de dezembro de 2012 Aline T.K.M. 21 comentários

Resenha: Garotas de Vidro

Lia está doente e sua obsessão pela magreza a deixa confusa entre o que é real e o que não é. Ainda, a notícia da morte de sua melhor amiga causa enorme impacto e só faz com que piore. Cassie morreu sozinha em um quarto de motel. Antes de morrer, ligou para Lia 33 vezes. Ao negar seu problema, Lia impõe a si mesma um regime cruel em que contar calorias não é o bastante. Esconde o que sente e usa o autoflagelo como tentativa de “alívio”, para “desviar o foco” de seus problemas. Não se deixa ajudar pela família e, dessa forma, só dificulta as coisas. Agora, Lia precisa encontrar um modo de lidar com todos os seus fantasmas, e a morte de Cassie é um deles.

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