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Filmes de julho: assisti e recomendo muito!

Adaptação 4 de agosto de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

Filmes de julho: assisti e recomendo muito!

Fazia muitos anos que eu não trazia esse tipo de conteúdo aqui: os filmes que eu vi no mês e, como é o caso aqui, que recomendo demais!

Esses meses de isolamento e quarentena mexeram com a nossa rotina e com a maneira como pensamos o nosso tempo – tanto as horas de trabalho como as horas de lazer. Da minha parte, posso dizer que essa rotina “de quarentena”, na verdade, é muito parecida com a minha rotina da vida normal. Como trabalho de forma autônoma, com preparação e revisão de textos literários, normalmente costumo passar os meus dias dentro de casa mesmo e, dependendo do volume de trabalho, sem nem “pisar na rua” para nada rsrs.

Bem, estou falando tudo isso para dizer que mexi um pouco nessa minha rotina que normalmente já é muito caseira e solitária, e consegui assistir a vários filmes bons. Tão bons que sempre me dava uma vontade imensa de falar sobre eles. E como já não tem rolado as cabines de filmes por conta da pandemia, andava sentindo falta de criar conteúdos usando esse meu lado cinéfilo.

Pois bem, de forma muitíssimo breve, contei um pouco sobre cada filme que vi em julho (não descarto a ideia de futuros vídeos dedicados aos melhores deles, estou pensando ainda).

‘Metrópolis’: o livro de Thea von Harbou que originou o clássico filme de Fritz Lang | Resenha

Aleph 27 de julho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

Metrópolis: o livro de Thea von Harbou que originou o clássico filme de Fritz Lang | Resenha

O ano é 2026. Um amor proibido nasce entre um jovem da elite, filho daquele que comanda a cidade de Metrópolis, e a líder dos trabalhadores, que vive no subsolo da cidade, local destinado a toda a população trabalhadora e desprovida de privilégios. Eles são Freder e Maria, e, ao lado da história deles, se desenrolam conflitos envolvendo os trabalhadores, as máquinas, as condições de vida. Tudo isso toma proporções enormes e as consequências são caóticas.

Em linhas gerais, eis a premissa de Metrópolis. O livro de Thea von Harbou que originou o filme homônimo dirigido por Fritz Lang, um clássico obrigatório do cinema e do expressionismo alemão, era inédito no Brasil até o ano passado. Mas esta edição digníssima da Aleph – cheia de extras, ilustrada e com um projeto gráfico lindão – veio corrigir o problema!

Li o livro, assisti ao filme (que estava nas minhas pendências havia anos) e, aqui no vídeo, dou uma geral nas interpretações que essa história me levou a elaborar.

‘O Imitador de Homens’: distopia de Walter Tevis aborda a solidão e as privações de um mundo em que já não existem relacionamentos | Resenha

Distopia 22 de julho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

Livro O Imitador de Homens: distopia de Walter Tevis aborda a solidão e as privações de um mundo em que já não existem relacionamentos | Resenha

Do mesmo autor de O Homem que Caiu na Terra, a distopia sci-fi O Imitador de Homens traz um mundo de solidão e desesperança, em que as pessoas sobrevivem à base de fármacos e já não convivem nem se relacionam entre si, ler e escrever é proibido, e os androides substituíram o ser humano em muitas funções.

Nessa Nova York do futuro proposta pelo genial Walter Tevis – com claras inspirações em outros clássicos distópicos –, três personagens terão seus caminhos cruzados: Spofforth, um androide de última geração projetado a partir de um cérebro humano; Paul Bentley, um professor que aprende a ler; e Mary Lou, uma mulher que há muito se rebelou e não faz uso de drogas e outras substâncias.

Repleto de camadas e com personagens complexos, O Imitador de Homens levanta inúmeros questionamentos acerca da noção de Privacidade, conceito que rege as (poucas) interações sociais que acontecem nesse mundo, das memórias, do passado e do futuro, do ser humano, e também da tecnologia. Será que os avanços tecnológicos e os robôs são mesmo os grandes vilões de um mundo como o desse livro?

10 livros que eu quero reler

Dicas de livros 10 de julho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

10 livros que eu quero reler

Reler para relembrar, reviver, e para dar uma segunda chance.

No vídeo de hoje, trouxe 10 livros que eu quero reler por diversos motivos. E aproveitei o gancho para resumir minha relação frustrada com a saga Crepúsculo e por que não curti os livros da Stephenie Meyer.

Além disso, deixo aqui um desabafo: devo ter algum problema de memória, não é possível! Passado algum tempo da leitura (nem é preciso muito), vários detalhes dos livros me fogem da mente, mesmo de livros que eu amo. Não tenho o hábito de reler, mas percebo que preciso incorporar isso um pouco na minha vida!

‘Daqui a Cinco Anos’: novo livro de Rebecca Serle surpreende e desestabiliza, mas tem vários probleminhas difíceis de engolir | Resenha

Amizade 4 de julho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

Daqui a Cinco Anos: novo livro de Rebecca Serle surpreende e desestabiliza, mas tem vários probleminhas difíceis de engolir | Resenha

Imagina ter um vislumbre da sua vida cinco anos no futuro... e descobrir que ela está completamente diferente de hoje.

É isso o que acontece com a protagonista de Daqui a Cinco Anos, da Rebecca Serle. E já aproveito para deixar aqui dois avisos indispensáveis:
1) Esqueça tudo o que você acha que vai encontrar aqui, porque essa história toma rumos que a gente a princípio não imagina;
2) Não leia este livro se você estiver em um momento muito vulnerável. Sério.

‘A Náusea’: o mal-estar necessário, a arte como refúgio, privilégios e mais no clássico de Jean-Paul Sartre | Resenha

Clássicos 27 de junho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

A Náusea: o mal-estar necessário, a arte como refúgio, privilégios e mais no livro clássico de Jean-Paul Sartre | Resenha

Li meu primeiro Sartre, uhuuul!!!

Publicado originalmente em 1938, A Náusea é o primeiro romance do filósofo Jean-Paul Sartre e já traz embutidas ideias relacionadas ao Existencialismo, corrente pautada na liberdade do ser humano, da qual Sartre foi um dos principais nomes.

Este é um daqueles livros que parecem se arrastar, mas não se deixe levar por essa falsa impressão: há milhares de coisas acontecendo no interior do protagonista, que de repente descobre a existência de tudo, inclusive a de si próprio.

Pois é, Antoine Roquentin percebe que existe, assim como todo mundo e todas as coisas ao seu redor. Isso tem início com a Náusea, uma série de mal-estares que passam a acometê-lo; então vem a constatação da falta de sentido da existência, de que somos meros reféns do acaso.

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