Livro Lab Livro Lab | Livros e muito mais experiências!
Últimos vídeos    |  Se inscreva no canal
Resenha: Daqui a Cinco Anos  Resenha: A Náusea  Resenha: O Segredo da Livraria de Paris
Semana do Consumidor Amazon | Livros

‘Daqui a Cinco Anos’: novo livro de Rebecca Serle surpreende e desestabiliza, mas tem vários probleminhas difíceis de engolir | Resenha

Amizade 4 de julho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

Daqui a Cinco Anos: novo livro de Rebecca Serle surpreende e desestabiliza, mas tem vários probleminhas difíceis de engolir | Resenha

Imagina ter um vislumbre da sua vida cinco anos no futuro... e descobrir que ela está completamente diferente de hoje.

É isso o que acontece com a protagonista de Daqui a Cinco Anos, da Rebecca Serle. E já aproveito para deixar aqui dois avisos indispensáveis:
1) Esqueça tudo o que você acha que vai encontrar aqui, porque essa história toma rumos que a gente a princípio não imagina;
2) Não leia este livro se você estiver em um momento muito vulnerável. Sério.

‘A Náusea’: o mal-estar necessário, a arte como refúgio, privilégios e mais no clássico de Jean-Paul Sartre | Resenha

Clássicos 27 de junho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

A Náusea: o mal-estar necessário, a arte como refúgio, privilégios e mais no livro clássico de Jean-Paul Sartre | Resenha

Li meu primeiro Sartre, uhuuul!!!

Publicado originalmente em 1938, A Náusea é o primeiro romance do filósofo Jean-Paul Sartre e já traz embutidas ideias relacionadas ao Existencialismo, corrente pautada na liberdade do ser humano, da qual Sartre foi um dos principais nomes.

Este é um daqueles livros que parecem se arrastar, mas não se deixe levar por essa falsa impressão: há milhares de coisas acontecendo no interior do protagonista, que de repente descobre a existência de tudo, inclusive a de si próprio.

Pois é, Antoine Roquentin percebe que existe, assim como todo mundo e todas as coisas ao seu redor. Isso tem início com a Náusea, uma série de mal-estares que passam a acometê-lo; então vem a constatação da falta de sentido da existência, de que somos meros reféns do acaso.

‘O Chão Sob Meus Pés’: filme de Marie Kreutzer aborda o controle excessivo quando a realidade está a ponto de desmoronar

Cinema austríaco 24 de junho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

O Chão Sob Meus Pés: filme de Marie Kreutzer aborda o controle excessivo quando a realidade está a ponto de desmoronar

Selecionado para o 27° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, que aconteceu no ano passado, o drama austríaco O Chão Sob Meus Pés teve sua estreia adiada por causa dos acontecimentos relacionados ao Coronavírus. Mas a novidade é que o filme, que tem direção de Marie Kreutzer, está na programação do festival online de pré-estreias do Espaço Itaú Play.

Organizado pelo Espaço Itaú de Cinema em parceria com a plataforma Looke, o festival acontece dentro do próprio site do Espaço Itaú, por meio de seu mais novo projeto: o Espaço Itaú Play.

Entre os dias 19 e 28 de junho, são exibidas pré-estreias virtuais de filmes estrangeiros e brasileiros. Cada título fica disponível por 48 horas e pode ser visto por R$10,00 – 20% desse valor será destinado à APRO (Associação Brasileira da Produção de Obras Audiovisuais) para auxiliar os profissionais do cinema afetados pela pandemia. Acesse o site do festival para assistir aos longas.

‘O Segredo da Livraria de Paris’: romance histórico de Lily Graham traz perspectiva diferente da Segunda Guerra na Paris ocupada pelos nazistas | Resenha

França 21 de junho de 2020 Aline T.K.M. 2 comentários

O Segredo da Livraria de Paris: romance histórico de Lily Graham traz perspectiva diferente da Segunda Guerra na Paris ocupada pelos nazistas | Resenha

Quando a gente pensa em romances cujo pano de fundo é a Segunda Guerra Mundial, logo nos vêm à mente histórias que colocam os judeus e os campos de concentração em primeiro plano. Mas O Segredo da Livraria de Paris, da Lily Graham, autora que cresceu em Joanesburgo, tem uma proposta bem diferente.

A protagonista, Valérie, foi levada de Paris para Londres aos três anos de idade, em meio à Segunda Guerra. Aos vinte anos, descobre que tem um parente vivo na França: o avô, Vincent Dupont, dono de uma pequena livraria. Na esperança de saber o que realmente aconteceu com seus pais e conhecer melhor a própria história, Valérie se candidata a uma vaga de emprego na livraria do avô – sem revelar sua real identidade.

Conforme aprende a lidar com o mal-humorado Dupont, Valérie desvenda mais sobre seu passado. Porém o avô esconde um segredo que pode ser devastador.

Viajando entre os anos 1940 e 1960 em Paris, essa história emociona ao abordar o amor e a coragem em um período tão hostil. No vídeo, conto o que esse livro tem de tão especial que ajudou a salvar a minha quarentena!

‘É Difícil Ser Deus’: ficção científica russa dos irmãos Strugátski aborda o fascismo, os perigos da ignorância e os dilemas morais | Resenha

Arkádi & Boris Strugátski 13 de junho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

É Difícil Ser Deus: ficção científica russa dos irmãos Strugátski aborda o fascismo, os perigos da ignorância e os dilemas morais | Rádio Londres | Resenha

Prepare-se: você está diante de um livro extremamente atemporal, repleto de reflexões cabíveis nos dias de hoje, e... qualquer semelhança com o Brasil de 2020 é mera coincidência (rsrs). Só li verdades nesta obra.

É Difícil Ser Deus é uma ficção científica dos irmãos Arkádi e Boris Strugátski, autores de Piquenique na Estrada, e apresenta os dilemas enfrentados por um agente terráqueo em Arkanar, um reino extraterrestre habitado por humanos vivendo em um período parecido com a Idade Média.

Disfarçado de aristocrata, Dom Rumata é um agente cuja missão é observar e ajudar sem jamais interferir. Quando os acontecimentos em Arkanar começam a dar sinais de um rumo fascista, Rumata se questiona sobre seu papel de observador da barbárie.

A perseguição ao conhecimento, o prevalecer da ignorância (e os perigos que isso significa), a negação, a falta de compreensão dos habitantes locais; temos altas doses disso tudo em um livro cujas reflexões prometem colocar nossos neurônios em ponto de ebulição. E colocam mesmo!

Falo um pouquinho (muito) mais sobre o livro na resenha em vídeo: por que achei essa uma leitura tão fundamental, o que me desagradou, do que senti falta, e tudo que achei perfeito nesse livro.

Os livros mais bonitos da minha estante

Aleph 7 de junho de 2020 Aline T.K.M. Nenhum comentário

Os livros mais bonitos da minha estante

Ilustrações, cores, capas marcantes, elementos gráficos, jackets, fontes diferenciadas. São vários os aspectos que transformam o objeto livro em uma experiência tão única como o próprio conteúdo do livro em si. Não tem leitor que não fique maravilhado diante de uma edição lindona, não é mesmo?!

Pois no vídeo de hoje decidi homenagear esses belos trabalhos de edição, mostrando os livros mais bonitos que eu tenho na estante!

Siga @aline_tkm lá no Instagram!

Parceiros