‘É Difícil Ser Deus’: ficção científica russa dos irmãos Strugátski aborda o fascismo, os perigos da ignorância e os dilemas morais | Resenha
Arkádi & Boris Strugátski 13 de junho de 2020 Aline T.K.M. 1 comentário
Prepare-se: você está diante de um livro extremamente atemporal, repleto de reflexões cabíveis nos dias de hoje, e... qualquer semelhança com o Brasil de 2020 é mera coincidência (rsrs). Só li verdades nesta obra.
É Difícil Ser Deus é uma ficção científica dos irmãos Arkádi e Boris Strugátski, autores de Piquenique na Estrada, e apresenta os dilemas enfrentados por um agente terráqueo em Arkanar, um reino extraterrestre habitado por humanos vivendo em um período parecido com a Idade Média.
Disfarçado de aristocrata, Dom Rumata é um agente cuja missão é observar e ajudar sem jamais interferir. Quando os acontecimentos em Arkanar começam a dar sinais de um rumo fascista, Rumata se questiona sobre seu papel de observador da barbárie.
A perseguição ao conhecimento, o prevalecer da ignorância (e os perigos que isso significa), a negação, a falta de compreensão dos habitantes locais; temos altas doses disso tudo em um livro cujas reflexões prometem colocar nossos neurônios em ponto de ebulição. E colocam mesmo!
Falo um pouquinho (muito) mais sobre o livro na resenha em vídeo: por que achei essa uma leitura tão fundamental, o que me desagradou, do que senti falta, e tudo que achei perfeito nesse livro.
É Difícil Ser Deus é uma ficção científica dos irmãos Arkádi e Boris Strugátski, autores de Piquenique na Estrada, e apresenta os dilemas enfrentados por um agente terráqueo em Arkanar, um reino extraterrestre habitado por humanos vivendo em um período parecido com a Idade Média.
Disfarçado de aristocrata, Dom Rumata é um agente cuja missão é observar e ajudar sem jamais interferir. Quando os acontecimentos em Arkanar começam a dar sinais de um rumo fascista, Rumata se questiona sobre seu papel de observador da barbárie.
A perseguição ao conhecimento, o prevalecer da ignorância (e os perigos que isso significa), a negação, a falta de compreensão dos habitantes locais; temos altas doses disso tudo em um livro cujas reflexões prometem colocar nossos neurônios em ponto de ebulição. E colocam mesmo!
Falo um pouquinho (muito) mais sobre o livro na resenha em vídeo: por que achei essa uma leitura tão fundamental, o que me desagradou, do que senti falta, e tudo que achei perfeito nesse livro.