Vou começar este post expressando algo que todo ano fica meio entalado na minha garganta: eu detesto as festas de fim de ano. Juro. Sei lá, acho essa época do ano hipócrita, deprimente e, por trás de todo aquele discursinho de “o que realmente importa”, o que a gente vê são semanas voltadas aos bens materiais e aquela falsidade familiar reinando em forma de penduricalhos vermelhos e verdes (com o dourado e o prateado como variações) e uva-passa em absolutamente tudo o que seja comestível.
Resumindo, nada consegue ser mais falso do que a atmosfera geral nesse período do ano, todos os anos – em minha humilde opinião, claro.
Ufa! Desabafos à parte, vamos ao que interessa, porque eu não vim aqui – não hoje, pelo menos – para meter o pau nas Festas. Mas sim porque... é hora de mais um Balanço Literário!! Ao contrário de todo o resto, o balanço anual das minhas leituras é algo que eu adoro fazer nos fins de ano – além de comer tender, claro.
Resumindo, nada consegue ser mais falso do que a atmosfera geral nesse período do ano, todos os anos – em minha humilde opinião, claro.
Ufa! Desabafos à parte, vamos ao que interessa, porque eu não vim aqui – não hoje, pelo menos – para meter o pau nas Festas. Mas sim porque... é hora de mais um Balanço Literário!! Ao contrário de todo o resto, o balanço anual das minhas leituras é algo que eu adoro fazer nos fins de ano – além de comer tender, claro.