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Em clima de policial brasileiro... Livro + Filme!

Companhia das Letras 18 de março de 2013 Aline T.K.M. 16 COMENTÁRIOS

Depois do silêncio prolongado da coluna – se é que posso chamar assim – Livro + Filme, resolvi trazer duas ideias do gênero policial, mas oriundas de terras tupiniquins. Que tramas policiais me atraem (assim como a muita gente), não é nenhuma novidade, mas há coisa de meses coloquei na cabeça que gostaria muito de ler (e assistir) histórias policiais brasileiras.

Tony Bellotto (sim, dos Titãs) e Garcia-Roza estão sublinhados em minha wishlist nacional, quero lê-los para ontem! Quanto às adaptações cinematográficas das duas obras que mostro neste post, bom, ambas possuem elenco de peso, como vocês podem conferir nos trailers abaixo; ainda assim, as leituras se fazem bem mais urgentes para mim do que os filmes neste caso.

BELLINI E A ESFINGE
LIVRO: Bellini e a Esfinge, de Tony Bellotto, Cia. das Letras.

SINOPSE: Quando o Dr. Rafidjian , um renomado médico, vai até a agência de detetives de Dora Lobo, ele deseja saber o paradeiro da garota de programa Ana Cíntia Lopes. A incumbência logo vai parar nas mãos de Remo Bellini e de Beatriz, sua nova assistente. Só que o assassinato brutal do cliente muda o rumo das investigações, levando a dupla de investigadores a situações de risco e muita adrenalina. Buscando solucionar o crime, eles irão percorrer o submundo da noite de São Paulo, onde encontrarão Fátima , uma misteriosa prostituta que se envolve com Bellini.
Neste romance policial no melhor estilo noir, os mistérios vão se desvendando de forma surpreendente, até que a solução do enigma final deixa Bellini perplexo, com um gosto horrível na boca.

Sobre o autor: Tony Bellotto nasceu em São Paulo em 1960. Além de escritor, é compositor e guitarrista da banda Titãs.

FILME: Bellini e a Esfinge, dirigido por Roberto Santucci Filho, Brasil, 2001.



O filme venceu o Festival do Rio de 2001 na categoria de melhor filme. O fato é que ele é apreciado e defendido por muitos, mas bastante criticado e rotulado de “trash” por outros. Resta conferir e tirar as próprias conclusões.

ACHADOS E PERDIDOS
LIVRO: Achados e Perdidos, de Luiz Alfredo Garcia-Roza, Cia. das Letras.

SINOPSE: Depois do sucesso de O silêncio da chuva, Luiz Alfredo Garcia-Roza volta com o policial Espinosa. Em Achados e perdidos, o recém-promovido delegado continua o homem reservado do tempo da delegacia da praça Mauá, no centro do Rio.
Copacabana. Um menino de rua se apodera de uma carteira perdida; uma prostituta aparece morta em sua própria cama. O delegado Espinosa está atento para um elemento comum aos dois acontecimentos - a figura do ex-delegado Vieira. O próprio Vieira não sabe se cometeu o assassinato de Magali, pois no dia anterior estava embriagado e, com isso, não se lembra do que aconteceu. Vieira, ainda, se entrega aos encantos da insinuante Flor, uma prostituta que termina por capturar também Espinosa, ao lhe oferecer o corpo perfeito. Espinosa se envolve também com uma sedutora artista plástica; quem sabe não se apaixonará por ela?
Do Espinosa de antes, o leitor reconhecerá o constrangimento por falhar na proteção a um sem-nome, um desses meninos que infestam a noite e as ruas de Copacabana. Mas verá que, menos melancólico, ele se tornou também um homem de ação. Em Achados e perdidos o delegado Espinosa encontrou-se com a plena maturidade profissional, em um enigma que envolve meninos de rua, uma prostituta conquistadora de delegados, corrupção e matadores de aluguel.

Sobre o autor: Luiz Alfredo Garcia-Roza nasceu em 1936, no Rio de Janeiro. Deixou a vida acadêmica para dedicar-se à ficção policial e às investigações do delegado Espinosa, personagem central de quase todas as suas histórias. Seu romance de estréia, O silêncio da chuva, recebeu os prêmios Nestlé de Literatura (1996) e Jabuti (1997).

FILME: Achados e Perdidos, dirigido por José Joffily, Brasil, 2005.



Achados e Perdidos foi eleito o melhor filme da 10ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Miami, em 2006. Mas... Só para constar, andei lendo por aí que o filme tem importantes diferenças em relação ao livro.


E vocês, costumam ou querem ler literatura policial nacional?

Aline T.K.M.
Criou o Livro Lab há 7 anos e blogar é uma das coisas que mais ama fazer, além do teatro, da dança e dos mais variados tipos de expressões artísticas. Tem paixão por viajar e conhecer outras culturas. Ah, e ama ler em francês!

 

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16 COMENTÁRIOS

  1. Oi Aline!
    Em 2011 participei de um bate papo com Tony Bellotto na Feira do Livro em Ribeirão Preto, nessa ocasião ele comentou sobre outro livro adaptado para o cinema, ‘Beline e Demônio’.
    http://jefhcardoso.blogspot.com lhe convida e espera para ler e comentar “O Grande Circo Nonsenese – A Incrível Mulher da Boca Torta”. Abraço.

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    1. Jeferson, nossa, nem sabia que Bellini e o Demônio também tinha virado filme! Vi o da Esfinge há quase 10 anos atrás, e não me lembro de vários detalhes, inclusive não lembro nem se cheguei a vê-lo inteiro. Mas com certeza gostaria de rever.

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  2. Oi Aline, querida chará!
    Eu não gostei muito dos livros, parece que são bons mas não são o gênero de qual prefiro!

    Beijos.
    Páginas na Estante
    @alyneadriana

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    1. Te entendo, para ler policial tem que gostar mesmo. Eu adoro, por isso sempre fico empolgada quando vejo uns diferentes por aí nas livrarias. ^^

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  3. Já li livros policiais, mas não brasileiros. Depois desse post, com certeza, é uma opção. beijos
    http://radarmexeriqueiro.blogspot.com.br/

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  4. Eu sou uma vergonha hahaha nunca li nem assisti esses dois ;/
    O ruim é que nem vontade deu rsrs acho que nao to no clima :P

    Beijocas

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  5. Adorei o trailer de Bellini e a esfinge. Mallu Mader está Liiiiiiinda!

    Tem um livro, ainda não li, bem legal para quem curte genero policial: "Crime feito em casa" é uma coletanea de contos policiais brasileiros. Parece muito bom.

    Beijo!

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    Respostas
    1. Bellini e a Esfinge realmente é um filme que quero muito rever. Faz tanto tempo que o vi (e nem lembro se cheguei a ver inteiro), que para afirmar que eu assisti, só vendo de novo mesmo haha. Mas é verdade, a Malu Mader está bem bonita nesse filme.
      Ah, gostei da dica do livro. Gosto muito do gênero policial, mas tirando alguns contos ao acaso, não me lembro de já ter lido algum romance policial brasileiro. Só conheço os importados hahaha. Por isso me bateu essa ideia insistente de ler algo nacional. Bj.

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  6. Olá!
    Nossa, não conhecia os livros e nem os filmes! Adoro policiais, então acho que iria gostar deles. Boa dica!
    Beijos.

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  7. Eu já assisti Bellini e a Esfinge e gostei do filme. Não sabia que existia livro tb oO Deve ser bom!

    Bjs,
    Kel
    www.itcultura.com.br

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    Respostas
    1. Pois é, Kel, na época em que eu "assisti" (faz muito tempo e nem lembro se vi inteiro) eu não sabia do livro. Como gosto de histórias policiais, fiquei morrendo de vontade de ler e de assistir ao filme (dessa vez de verdade). Bjo!

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  8. Amei a coluna, Aline! Não sabia que Tony Bellotto tinha um livro e, assim como você, o quero pra ontem! :)

    Um beijão,
    Pronome Interrogativo.
    www.pronomeinterrogativo.com

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    Respostas
    1. E eu, na época que vi o filme nem tinha me tocado que a história era do Tony Bellotto (ele assina o roteiro do filme também). Só fui me tocar beeem depois!

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  9. Bellini e a Esfinge eu já assisti, não sabia da existência do livro...
    Achados e Perdidos eu não conhecia ainda.

    Beijokss

    Vanessa - Blog do Balaio
    http://balaiodelivros.blogspot.com.br/

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  10. Oi Aline! Ainda não conhecia nenhum dos dois livros/filmes, mas fiquei bem interessada por "Achados e Perdidos". Achei o trailer super bacana e a sinopse do livro também me chamou muito a atenção! Sou apaixonada por tramas policiais, mas ainda não li nenhuma nacional. Só as estrangeiras mesmo... Mas já passou da hora de mudar isso, e obviamente, vou seguir suas dicas! Hahahaha ;D

    Beijinhos!

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    Respostas
    1. Oi Amanda! Quero muito ler os dois, mas esse autor do Achados e Perdidos, o Garcia-Roza, sério, estou até com "lombriga" de vontade de ler todos os livros dele. Há uns meses, li uma matéria sobre ele em uma revista, falando um pouco sobre as obras e, principalmente, sobre a mais recente. Fiquei com o nome do autor na cabeça e ainda vou ler os livros dele! Bjooo!

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