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Chez le Libraire : Comment je suis devenu stupide, de Martin Page

À la française 28 de abril de 2013 Aline T.K.M. 6 COMENTÁRIOS


Trouxe para vocês, como sugestão de leitura en français, um livro incrível que já resenhei – de maneira bem empolgada, por sinal – aqui no blog: Como me tornei estúpido. O autor é já bem querido por mim: trata-se do francês Martin Page; acho-o sensacional porque ele consegue unir sarcasmo, crítica, e um humor afinado, além de nos presentear com personagens dotados de deliciosa excentricidade.

Quanto ao livro, imaginem um cara que crê que a única maneira de viver melhor e mais feliz reside na estupidez. E a partir da constatação de tal ideia, passa a persegui-la e tornar-se estúpido vem a ser seu principal objetivo.

Bom, ler Martin Page em português já é uma experiência e tanto. Então, por que não lê-lo no idioma original? Fica aí a ideia...

Em tempo: tenho notado que as opiniões acerca dos livros do Page vão aos extremos, tipo “ame ou odeie”, sabe? Minha sugestão é abrir a cabeça e ir fundo; mas sou suspeita, o autor está entre meus preferidos.

COMMENT JE SUIS DEVENU STUPIDE, de Martin Page, J’ai Lu.
‘– Tu veux dire, prononça lentement Ganja en mâchant des graines médicinales, tu veux dire que tu as été stupide d'essayer d'être si intelligent, que c'était à côté de la plaque, et que devenir un peu stupide, c'est ça qui serait intelligent...’

RÉSUMÉ : Comment survivre dans le monde cruel du libéralisme triomphant quand on est, comme Antoine, un jeune homme lucide et moral ? Antoine a beau être diplômé d'araméen, de biologie et de cinéma, il n'en est pas plus heureux. Et, selon lui, ce sont précisément son intelligence et sa lucidité qui lui gâchent l'existence. Aussi décide-t-il d'arrêter de penser. Il envisage d'abord de devenir alcoolique, mais, dès le premier verre, il sombre dans un coma éthylique. Il s'intéresse ensuite au suicide, mais la mort ne l'attire décidément pas. Reste l'acte ultime – la crétinisation. Loin de tout moralisme, avec humour et détachement, Martin Page pointe les contradictions contre lesquelles nous nous battons tous, pour peu que nous tentions de réfléchir.

Aline T.K.M.
Criou o Livro Lab há 7 anos e blogar é uma das coisas que mais ama fazer, além do teatro, da dança e dos mais variados tipos de expressões artísticas. Tem paixão por viajar e conhecer outras culturas. Ah, e ama ler em francês!

 

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6 COMENTÁRIOS


  1. Oiee Linda, tudo bem ?
    Desculpa pela minha ausencia, mas andei cheia de problemas e também agora estou para mudar o Layout de meu blog e estou me organizando passando de blog em blog para ver quem me linkou e quem não. Porque estou fazendo uma limpa e queria saber se vc poderia me linkar, me seguir e curtir minha pagina do facebook. Fique sossegada que farei o mesmo pelo seu, até porque vc ja ta linkada e ja estou te seguindo. Mas se tiver pagina no face tambem soh me passar. Me avise nos comentarios por favor.


    bjokas

    lovereadmybooks.blogspot.com.br

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  2. "Taí" uma dívida que preciso quitar, nunca li um livro do Martin Page :(
    Além de 'Como me tornei estúpido' morro de vontade de ler o 'A gente se acostuma com o fim do mundo', só q em francês para mim não dá rs.
    Estou aguardando o dia em que algum destes livros vai aparecer em promoção no submarino, aí sim Martin Page será meu ;)

    http://triplamente.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Pois é, também preciso ler "A gente se acostuma com o fim do mundo", já tenho ele aqui me esperando hehehe. Mas olha, em promoção ou não, Martin Page vale a pena, vai por mim! =P

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  3. Linda passando aqui para avisar que tem selinho para você em meu blog. Esqueci de falar isso no meu comentario. Cabeça esquecida a minha (risos)
    beijinhos e se cuida

    lovereadmybooks.blogspot.com.br

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  4. Bom conhecer livros em francês, pq a gente fica nesse mundo americano q na maioria das vz anda repetitivos...

    Andy_Mon Petit Poison

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    Respostas
    1. É verdade, e não só na literatura, mas isso acontece tanto no cinema... Eu, particularmente, não sou enormemente fã da literatura e cinema americanos, tenho uns autores/diretores que admiro, mas de maneira geral, o fato de ser americano não me atrai mais nem menos.

      Bjos, Andy!

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