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5 motivos para ler Anne Rice

5 motivos para ler 5 de maio de 2012 Aline T.K.M. 14 COMENTÁRIOS

Anne Riceou Howard Allen O’Brien – nasceu no dia 4 de outubro de 1941. O nome “Anne” foi escolhido pela própria ao ingressar na escola. É viúva do poeta e pintor Stan Rice, seu amor de infância. Anne Rice é muito conhecida e apreciada principalmente por suas séries de livros acerca do universo vampírico e das bruxas, embora a autora também tenha publicado romances “avulsos”, alguns sob pseudônimos. Após o falecimento de seu marido, em 2002, Anne anuncia o abandono do universo fantástico e passa a dedicar sua escrita a temas religiosos.

Leiam Anne Rice porque...

1. Anne Rice é simplesmente uma das escritoras americanas mais lidas e reconhecidas. Suas obras dosam aspectos históricos e filosóficos de maneira singular e seus personagens realmente têm vida própria.

 
"O Vampiro Lestat", capa do livro
2. Os vampiros de Anne Rice são, de fato, vampiros! Vampiros que gostam de sangue humano, de matar. E estes vampiros vêm carregados de muita história, são seres que estão entre nós há séculos ou milênios, e que trazem consigo boa parte do que vivenciaram.

3. Lestat. Preciso dizer mais? Creio mesmo que nunca houve um único leitor(a) que não tenha se deixado seduzir por este vampiro, tão cruel e ameaçador, porém humano em suas qualidades e defeitos, e arrebatador em sentimentos. Um personagem único, que aparece nas obras da série Crônicas Vampirescas e que virou musical da Broadway.

4. O filme Entrevista com o Vampiro (de Neil Jordan, 1994) foi baseado em seu livro de maior sucesso. O roteiro foi escrito pela própria Anne. Curiosidade: Anne decepcionou-se com a escolha de Tom Cruise para o papel de Lestat, mas ao ver o filme pronto, a escritora voltou atrás e desculpou-se pelo prejulgamento.

5. Ainda que tenha se tornado cristã, a escritora declarou ser contra a posição ultrapassada (anti-isso, antiaquilo) do cristianismo e seus seguidores em relação a assuntos diversos, entre eles a homossexualidade.

PRINCIPAIS OBRAS:
Entrevista com o Vampiro (1976)
O Vampiro Lestat (1985)
A Rainha dos Condenados (1988)
A Hora das Bruxas I e II (1990)
Violino (1997)
O Vampiro Armand (1998)
Vittorio, o Vampiro (1999)
Cântico de Sangue (2003)
Cristo Senhor: A Saída do Egito (2005)

Aline T.K.M.
Criou o Livro Lab há 7 anos e blogar é uma das coisas que mais ama fazer, além do teatro, da dança e dos mais variados tipos de expressões artísticas. Tem paixão por viajar e conhecer outras culturas. Ah, e ama ler em francês!

 

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14 COMENTÁRIOS

  1. Nunca li nada da autora, mas ja assisti ao filme "Entrevista com o vampiro" e amei!!
    Beijos

    http://tyelehope.blogspot.com.br/

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  2. Quer vergonha de mim mesma!!! Eu nunca li nada da Rice, e não vi o filme (sem adolescência)... Mas eu gosto bastante de histórias de vampiros, mas conheço apenas as estilo crepúsculo. Vou tentar ler algo da Rice e vamos ver como será meu contato com os reais vampiros.

    Bjoo

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  3. A narrativa da autora é única, ou você ama ou odeia Anne Rice. rsrs
    Eu sou daquelas que ama!!
    Tenho muitos livros da autora, mas meu preferido é a A Hora das Bruxas. Apesar de ter ouvido muitas criticas sobre o terceiro e quarto livro da série, eu adorei Lasher. Não li Taltos porque não encontro o livro p/ comprar. nem n estande da Rocco na Bienal do Rio o livro estava disponivel. Uma pena...
    Adorei o post. Está sabendo que a Rocco lançará mais 3 livros da autora? Vou postar sobre os lançametos na segunda.
    Bjs

    Ps: Posso citar seu post como dica de leitura qdo falar dos lançamentos?

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  4. lerei entrevista com o vampiro :DDDDDDDD

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  5. Olá, Aline!!
    Ainda não li nenhum livro da autora, mas assisti Entrevista com o Vampiro e certamente é um filme imperdível do gênero. Gostei muito do post e dos motivos para indicar a leitura das obras de Jane Rice.
    Bjos.

    Mariana Ribeiro
    Confissões Literárias.

    ResponderExcluir
  6. Olá, Aline!!
    Ainda não li nenhum livro da autora, mas assisti Entrevista com o Vampiro e certamente é um filme imperdível do gênero. Gostei muito do post e dos motivos para indicar a leitura das obras de Jane Rice.
    Bjos.

    Mariana Ribeiro
    Confissões Literárias.

    ResponderExcluir
  7. Comprei o Vittorio por 4 reais no Sub. Mas ainda não o li.
    O post é muito legal, trouxe mts curiosidades. Parabéns pela criatividade.

    Beijoss

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  8. Muito interessante o seu post.
    Ainda não li nenhum livro da autora, mas agora já sei cinco motivos para fazer isso logo.

    Beijos,
    Nathi
    www.houseofchick.com

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  9. oi,
    otimo post
    eu já li vários livros dela, mas o melhor continua sendo Entrevista com o vampiro.
    adorei seu blog, muito lindo!
    estou te seguindo, segue o meu tambem
    http://lostgirlygirl.blogspot.com.br/

    bjos

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  10. Eu já ouvi falar dessas obras
    Mas nunca tive a oportunidade de conhecer
    E fiquei muito interessada depois desse post

    Beijos
    @pocketlibro
    http://pocketlibro.blogspot.com

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  11. Lestat é sem igual:Apaixonante e o livro Rainha dos condenados... SENSACIONAL!

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  12. Eu li Entrevista Com o Vampiro e confesso pra vc que eu nao sou nenhuma apaixonada pela Anne Rice nao. Eu sei de todas as belas qualidades dela, mas simplesmente não é o tipo de leitura que me atrai totalmente. Mas reconheço o talento.

    Beijokas! :*

    Raphaela
    Equalize da Leitura
    @EqualizeLeitura

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  13. Li três livros da autora " Entrevista com Vampiro", " O Vampiro Lestat" e " A História de Ladrão de Corpos" todos muito bons livros, Anne Rice escreve de forma sublime, de todos os seus vampiros o meu preferido é Louis, o mais humano entre todos vampiros, mas Lestat, Armand e a rainha dos condenados, a pequena Cláudia também são muito interessantes.

    Coisas importantes que estão em alguns desses livros, vou falar aqui de uma delas, depois falo da outra. Em " A História de Ladrão de Corpos" adorei a analogia feita pela autora entre a história do sábio Fausto imortalizado pelo genial Goethe, no seu “ Fausto” e o não menos genial pintor holandês Rembrandt. Anne Rice especular em seu livro que a vida desse último poderia ter sido acometida pela mesma proposta demoníaca da história de Henrique Fausto, que vendeu sua alma ao demônio em troca de conhecimento. No entanto, desta vez o demônio não queria ser passado para traz, como ocorrerá com o destino da alma de Fausto, dai procurar todas as artimanhas que só ele conhece para tentar levar a alma de Rembrandt para o inferno.

    Bem para vocês terem uma ideia desa situação e da bela maneira que Rice a escreveu, inclusive com a resolução, termino por aqui minha postagem deixando o trecho do próprio livro; e .não se preocupem esta parte é uma ínfima parte do livro que é muito interessante. Vou postar em 2 partes, pois ficou muito grande para postar. Aqui a primeira.

    ResponderExcluir
  14. Agora a parte do livro: “ Acredito que Rembrandt vendeu a alma ao demônio quando era jovem. Foi um negócio simples. O demônio prometeu que ele seria o pintor mais famoso do seu tempo. O demônio enviou milhares de mortais para que Rembrandt os retratasse. Deu riqueza a Rembrandt, uma casa encantadora em Amsterdã, uma esposa e mais tarde uma amante, porque estava certo de que teria sua alma, no fim.
    Mas o encontro com o demônio provocou uma mudança em Rembrandt. Depois de ver a prova inegável do mal, passou a ser atormentado pela seguinte pergunta. O que é o bem? Procurava nos rostos dos seus modelos a divindade interior e com surpresa viu que era capaz de encontrar uma fagulha dessa divindade nos homens mais desprezíveis.
    Seu talento era tal que – e por favor, compreenda, o demônio não conferiu a Rembrandt nenhuma habilidade artística; ele possuía naturalmente esse talento – não só podia ver a bondade, como também podia reproduzi-la na tela, podia fazer com que seu conhecimento e sua fé nessa bondade impregnasse o todo.
    A cada retrato ele compreendia mais profundamente a graça e a bondade que existiam nos homens. Compreendia a potencialidade de compaixão e de sabedoria que existe em cada alma humana. Sua arte foi se aperfeiçoando à medida que trabalhava; o vislumbre do infinito tornava-se cada vez mais sutil, a pessoa cada vez mais particular e mais grandioso e mais sereno o todo.
    Finalmente, os rostos pintados por Rembrandt não eram mais rostos de carne e osso. Eram expressões espirituais, retratos do que havia no interior do corpo do homem ou da mulher, visões do que cada pessoa era no seu momento de maior grandeza, do que cada um havia se tornado a partir daquele momento.
    Por isso os homens da associação dos mercadores de tecidos parecem todos com os mais antigos e mais sábios santos de Deus.
    Porém em nenhum outro lugar essa intensidade espiritual manifesta-se com maior clareza do que nos autorretratos de Rembrandt. E certamente você sabe que ele nos deixou nada menos do que vinte e dois.
    Por que acha que Rembrandt fez tantos autorretratos? Eram uma súplica para que Deus notasse o progresso deste homem que, observando outros iguais a ele, sofrera uma intensa transformação religiosa. “Esta é a minha visão do homem”, disse Rembrandt a Deus.
    Quando Rembrandt chegava ao fim da sua vida, o demônio começou a ter suspeitas. Não queria que seu escravo criasse obras tão magníficas, tão repletas de calor e bondade. Acreditava que o povo holandês era materialista, portanto voltado para as coisas terrenas. E ali, nos quadros onde apareciam ricas roupas e objetos de valor, cintilava a prova inegável de que os seres humanos são completamente diferentes de qualquer outro animal do cosmo – são uma combinação preciosa de carne e chama imortal.
    Bem, Rembrandt suportou todos os tormentos inventados pelo demônio. Perdeu a bela casa na Entope-estradas. Perdeu a amante e, por fim, até o filho. Contudo continuou a pintar, sem nenhuma demonstração de amargura ou de perversidade, continuou a infundir o amor nas suas obras.
    Finalmente estava no seu leito de morte. O demônio cabriolava de alegria, pronto para apanhar a alma de Rembrandt e apertá-la entre os dedos do mal. Mas os anjos e os santos imploraram a intervenção de Deus.
    “No mundo inteiro, quem conhece melhor a bondade?” Eles perguntaram, apontando para Rembrandt que agonizava. “Quem mostrou mais do que este pintor? Olhamos para seus retratos quando queremos saber o que há de divino no homem.”
    Então Deus desfez o acordo entre Rembrandt e o demônio. Tomou para si a alma do pintor e o demônio, recentemente roubado da alma de Fausto pela mesma razão, ficou louco de raiva."

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